"Bullying e seus efeitos na construção afetiva" - Cinco coisas que você precisa saber sobre bullying

"O BULLYING É O ABORTO DE UMA PERSONALIDADE EM FORMAÇÃO"




1. Definição:

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.

Obs. Todo bullying é uma agressão, mas nem toda agressão é classificada como bullying.
"É o aborto de uma personalidade em formação" - Veja o vídeo: https://youtu.be/EmgxeUh7GmA

Veja também: https://youtu.be/EZUs08XUkeg

2. Desde quando o bullying existe?

O bullying sempre existiu. No entanto, o primeiro a relacionar a palavra a um fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970. Ao estudar as tendências suicidas entre adolescentes, o pesquisador descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a combater. A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores.

3. Os autores do bullying:

Qualquer pessoa é um autor em potencial, dependendo da situação, local e grupo do qual faz parte.
Geralmente, pessoas que querem demonstrar poder e/ou popularidade são autores mais frequentes.
Obs. Os espectadores são coparticipantes.

4. O alvo do bullying:

Pessoas que possuam autoestima baixa. Fragilizadas emocionalmente, não reagem, porque têm medo. 

5. Os efeitos do bullying na construção afetiva:

Obs. Efeitos geradores e intensificadores. Para combater os efeitos do bullying é necessário descobrir as raízes do mal, tanto no que concerne ao autor quanto no que concerne ao alvo.
 
     -falta de socialização (pessoas retraídas); 
  -autoestima problemática (carga negativa em todos os projetos de vida,  falta de poder de conclusão); 
    -relacionamentos doentios (dependência emocional, possessividade, atitudes infantis, dramatização da vida cotidiana, vitimização); 
     -revoltas; 
     -autocomiseração. 





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