Oração Afetiva



Temos o privilégio de falar com Deus e ouvir o que Ele tem a nos falar - "Clama a mim e Eu te responderei" (Jr 33:3). Para muitos a oração se constitui o momento de falar algo para Deus - seja alegria, desgosto,  desejo, medo ou reclamação. Em oração,  muitos cristãos encontram uma terapia para a alma. No entanto,  não podemos desmerecer os efeitos relacionais que a oração possibilita - por meio dela não apenas dizemos algo para Deus,  mas entramos em um âmbito de intimidade com Ele, aperfeiçoando  nosso relacionamento com o Pai. Assim, a oração deixa de ser um monólogo e passa a ser um diálogo,  no qual falamos e ouvimos - o homem interior é disciplinado a separar tempo não apenas para falar, mas para ouvir também,  algo que é um desafio para as pessoas do presente século,  que vivem tão ocupadas com os cuidados da vida. 
Somos chamadas a desenvolver a prática da oração afetiva, reconhecendo nela um meio de se tornar mais íntimo do nosso Deus e, ao mesmo tempo, mais conhecedores de si. Chamamos de "Oração Afetiva",  porque destronamos o egocentrismo humano, pelo qual buscamos em oração apenas a satisfação dos desejos humanos, e edificamos um relacionamento em que ambas as partes são importantes, ativas e emocionalmente envolvidas. 


Como desenvolver uma Oração Afetiva?
  • 2 Samuel 7.18-29: Diga as coisas como elas são; 
  • 2 Reis 19.14-19: Seja específico quando fizer seus pedidos; 
  • Neemias 1: Louve a Deus e confesse seus pecados; 
  • Salmo 85: Vá além de "meu", "mim" e "eu"; 

  • Jeremias 33:3 - Fale e Ouça; 
  • Lamentações 5: Derrame seu coração diante de Deus; 
  • Mateus 6.5-15:Esqueça-se das aparências, não tente encenar - a sinceridade é essencial; 
Certo é: "Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para gastardes em vossos  deleites (...)"(Tiago 4:3)











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